domingo, 23 de novembro de 2008

Tarde, uma nuvem rósea, lenta e transparente sobre o espaço. Sonhadora e bela surge no infinito a lua docemente, enfeitando a tarde qual meiga donzela que se apressa, linda, sonhadoramente em anseios d'alma para ficar bela. Grita ao céu e a terra toda a natureza, cala a passarada aos seus tristes queixumes e reflete no mar toda a sua riqueza. Suave a luz da lua desperta agora a cruel saudade que ri e chora! Tarde uma nuvem rósea lenta e transparente sobre o espaço, sonhadora e bela.